Documentário
http://www.youtube.com/watch?v=CcgCBiyGljM
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Gripe do Porco o novo Vírus – Gripe Suina

Entenda como a gripe suína se espalha entre humanos
Segundo especialistas, vírus não passa facilmente de humano a humano.
Contato com porcos aumenta risco, mas consumo de carne suína é seguro.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) divulgou algumas informações sobre o vírus H1N1, a chamada gripe suína, que está causando preocupação no México e nos EUA. Há suspeita de que 60 mortes tenham ocorrido por conta dele no território mexicano.
A análise do vírus sugere que é ele tem uma combinação de características das gripes suína, aviária e humana. Essa versão especificamente não havia sido vista antes pelos cientistas. Mas, felizmente, a conclusão inicial é a de que o vírus se espalha mais facilmente entre os porcos, e o contágio de humano para humano não é tão comum e simples quanto o da gripe comum.
A maioria dos casos ocorre quando pessoas têm contato com porcos infectados ou objetos contaminados circulando entre pessoas e porcos. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Cozinhar a carne de porco a 71 graus Celsius mata o vírus da gripe suína, assim como outros vírus e bactérias.
Os sintomas da gripe suína em humanos são similares àqueles da gripe convencional — febre repentina, tosse, dores musculares e cansaço extremo. Esse novo surto, aparentemente, também causa mais diarreia e vômitos que a gripe convencional.
Vacinas estão disponíveis aos porcos para a prevenção da gripe suína. Não há vacina para humanos, embora o CDC esteja formulando uma. A vacina contra a gripe convencional pode ajudar a prover proteção parcial contra o vírus suíno H3N2, mas não contra o H1N1, como o que está circulando agora.
Reservatório e misturador
Os porcos têm uma constituição que os permite serem infectados por gripes humanas ou aviárias. Quando um vírus da gripe de diferentes espécies infecta porcos, eles podem se misturar dentro do animal e novos vírus mutantes podem ser criados — como a cepa do H1N1 vista agora.
Esse vírus pode ser retransmitido dos porcos de volta para os humanos, que até podem se contaminar entre si, mas num processo bem mais difícil do que em uma gripe convencional.
Fonte: G1.com
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Vírus da Gripe Suína: Pandemia a nível planetário é inevitável
Virologistas alertam sobre doença, mas referem diagnóstico precoce
:: 2009-04-27
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| Em Portugal ainda não se registam casos |
A nova epidemia de Gripe no México que já fez 149, segundo números divulgados pelo governo daquele país, ainda não fez vítimas em Portugal nem há registo de infectados.
No entanto, considera-se que uma pandemia pode ser inevitável a nível planetário, mas a existência de um vírus do mesmo subtipo (H1N1) na população humana confere-lhe maior protecção e permitirá produzir uma vacina em poucos meses, defende Pedro Simas, director da Unidade de Patogénese Viral do Instituto de Medicina Molecular (IMM) da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.
“Trata-se de um vírus de tipo A, cujo subtipo H1N1 saltou a barreira da espécie, passando do porco ao homem devido a uma alteração genética recente para a qual não há ainda explicação”, disse o investigador.
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A Organização Panamericana de Saúde classifica o perigo em grau 3 (numa escala que vai até 6), mas, para ele, o quadro exigiria classificação 4:
- Estou muito mais pessimista neste momento do que estive com a gripe aviária. A gripe suína está sendo transmitida entre humanos de forma muito rápida. Têm ocorrido seis a sete mortos por cada cem pessoas que desenvolvem a doença. Isso significa que a gripe suína está matando mais do que a avassaladora gripe espanhola, que afetava quatro em cada cem.
Migowski defende que deve ser criado um sistema de barreira sanitária na cidade, com orientação à população, montagem de equipes médicas especializadas que atuem em portos e aeroportos e, quando necessária, quarentena para casos suspeitos.
A gripe suína – cujos sintomas são os de uma gripe comum, como dores musculares, mal estar, febre, calafrios, entre outros – pode matar em uma semana. O ideal é que o tratamento seja iniciado o mais rápido possível, de preferência nas primeiras 24 a 48 horas após o diagnóstico. Do contrário, o infectado pode desenvolver pneumonia e até encefalite (inflamação do sistema nervoso central). A transmissão acontece por meio do contato com infectados.
A Secretaria municipal de Saúde do Rio de Janeiro informou que mantém agentes atuando nos portos e aeroportos da cidade, prestando esclarecimentos sobre a gripe suína aos passageiros provenientes do México e dos Estados Unidos.
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Apesar das várias ameaças de pandemia de gripe, no último século foram registradas apenas três casos de epidemias globais, a última delas há mais de quatro décadas.
Em 1968, a propagação de um vírus da gripe originado em Hong Kong provocou a morte de 1 milhão de pessoas, segundo as estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Antes disso, em 1957, cerca de 2 milhões de pessoas morreram em consequência da “gripe asiática”, originada na China. As pandemias de 1957 e 1968 foram relativamente leves em comparação à gripe espanhola, que matou até 50 milhões de pessoas entre 1918 e 1919 e infectou cerca de 40% da população mundial.
Ameaças Apesar de não ter havido nenhuma pandemia de gripe após 1968, houve desde então várias ameaças e alertas da OMS. Nos últimos anos, vários países do mundo vinham se preparando para uma possível propagação do vírus da gripe aviária, cujos primeiros casos foram registrados em 1997. O quadro de pandemia não se concretizou até hoje, porém, com apenas raros casos de contágio entre seres humanos do vírus H5N1, causador da gripe aviária.
Na grande maioria dos casos, a contaminação ocorreu por contato com aves infectadas. No atual foco de gripe suína, originado no México, apesar de o novo tipo do vírus H1N1 ter aparecido inicialmente em porcos, a propagação da doença tem ocorrido por meio de contágio entre seres humanos. Isso levou a OMS a elevar na segunda-feira o nível de alerta para a gripe suína de 3 para 4 numa escala até 6.
No caso da gripe aviária, o nível de alerta nunca havia chegado a 4. Em 2005, a OMS havia estimado que uma eventual pandemia de gripe aviária poderia provocar entre 2 milhões e 7,4 milhões de mortes em todo o mundo.
Segundo a organização, essa era uma estimativa conservadora, baseada em dados da pandemia de 1957, considerada leve.
As epidemias anuais de gripe comum costumam atingir de 5% a 15% da população e provocam entre 250 mil e 500 mil mortes anuais, principalmente entre idosos.
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Informação de fundo:
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Para evitar tanto a infecção de humano-para-humano como a transmissão de animal-para-humano do vírus da gripe, as medidas descritas abaixo envolvem a utilização de equipamento técnico ou de outros meios para proteger contra a infecção através das vias respiratórias ou membranas mucosas, ou indirectamente, através da pele.
Risco de infecção de um animal portador do vírus da gripe das aves:
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Áreas onde aves selvagens se juntam:
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Identificar e procurar soluções para a eliminação do risco de áreas de alimentação/ninhos de aves, etc.
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Meios de limpeza a húmido com regularidade, usando pelo menos equipamento respiratório, luvas e óculos de protecção como equipamento de protecção, evitar o uso de uma mangueira a alta-pressão.
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Procedimento para recolher animais mortos:
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Devem ser feitas preparações específicas tendo em conta a recolha de animais mortos.
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O procedimento tem, em especial, que estabelecer:
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Membros do pessoal específicos para serem designados para esta tarefa, com preparações para a sua instrução e monitorização da sua saúde no caso de exposição a qualquer situação perigosa.
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Regras para identificar situações onde há o risco de encontrar uma fonte de gripe das aves altamente patogénica (usando critérios tais como espécies, número de animais mortos, etc.)
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O equipamento de protecção a ser usado mesmo na ausência de um risco de gripe é: pelo menos luvas à prova de água (capazes de suportar qualquer abrasão mecânica), óculos de protecção em toda a volta e uma máscara FFP2.
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O equipamento de protecção a ser usado se se suspeitar de uma fonte de gripe é: pelo menos uma máscara FFP2, óculos de protecção, luvas à prova de água (capazes de suportar qualquer abrasão mecânica), vestuário de protecção descartável com chapéu integral (ou doutro modo uma touca) e botas à prova de água.
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Um procedimento para chamar as autoridades veterinárias locais e para se desfazer dos animais mortos e dos produtos residuais que esteja de acordo com as prescrições veterinárias.
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Um procedimento para remover e eliminar o equipamento de protecção pessoal (ver D3 abaixo).
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Recolher aves mortas no ambiente natural não é recomendado. Se necessário, as medidas tomadas têm que ser tão protectoras como descrito acima.
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Risco de infecção de humano-para-humano:
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Actividades de vida social (Para mais detalhes veja o Plano Naciona/Local relevante): preparar-se para o fornecimento de máscaras tipo cirúrgicas descartáveis (ver Apêndice E).
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Actividades de uma natureza de trabalho (envolvendo riscos específicos: Categoria A): preparar-se para o fornecimento de máscaras tipo FFP2 (ver Apêndice E).
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Preparações específicas devem ser feitas possibilitando a gestão de casos suspeitos. (Para mais detalhes veja o Plano Nacional/Local relevante) incluindo em particular:
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os membros do pessoal envolvido, a sua formação e monitorização do seu estado de saúde;
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uma descrição daquilo que constitui um caso suspeito, o que é um caso possível e o que é um caso confirmado;
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equipamento de protecção pessoal essencial (touca, impermeável, luvas, óculos de protecção, uma máscara FFP2, e cobertura para sapatos);
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gestão dos pacientes (Para mais detalhes veja o Plano Nacional/Local relevante)
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um procedimento para remover e desfazer-se de equipamento de protecção pessoal (ver D3 abaixo).
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Regras de Higiene Geral:
Durante uma pandemia a higiene pessoal é mesmo de grande importância. Aqui o objectivo é dar as regras básicas que já se aplicam.
Regras de higiene geral:
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Não beba, não coma nem fume em locais de trabalho.
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Desinfecte e proteja qualquer ferimento.
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Siga todos os conselhos dados pela empresa, particularmente em relação ao uso de equipamento de protecção pessoal.
Regras de higiene básica para as vias respiratórias:
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Cubra a sua boca quando tossir, de preferência com um lenço descartável e como último recurso com a sua manga.
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Cubra o seu nariz quando se assoar, de preferência com um lenço descartável e como último recurso com a sua manga.
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Deite a expectoração num lenço descartável.
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Assoe o seu nariz num lenço, de preferência descartável.
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Deite imediatamente fora os lenços descartáveis, num caixote do lixo equipado com um saco interno e uma tampa.
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Lave sempre as suas mãos depois de tossir, expectorar ou assoar o seu nariz (ver abaixo).
Regras de higiene básica para as mãos:
Lave as suas mãos com frequência, e pelo menos:
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antes e depois de comer qualquer coisa;
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antes e depois de ir à casa de banho;
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depois de tossir, expectorar ou assoar o nariz;
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depois de estar em contacto com alguém que tossiu, que se assou ou expectorou;
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depois de qualquer contacto com uma superfície potencialmente infectada, como um corrimão, pega ou balcão;
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depois de contacto próximo com alguém que apresenta sinais suspeitos (tosse, com uma temperatura elevada, assoar o nariz, etc.).
Recomendações na lavagem das mãos:
Onde houver um ponto de fornecimento de água:
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Molhar as mãos e os pulsos com água.
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Dosear 3 ml a 5 ml de sabão líquido na palma de uma mão, ou esfregar as mãos com uma barra de sabão para fazer espuma.
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Esfregar as mãos uma na outra durante pelo menos 15 segundos, incluindo todos os lados, os pulsos e todos os dedos.
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Passar por água, e depois seque cuidadosamente as mãos com uma toalha de papel absorvente.
Onde não houver qualquer ponto de fornecimento de água:
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Usar uma solução de água-álcool ou gel
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Dosear 1,5 ml a 3 ml da solução água-álcool ou gel na palma de uma mão.
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Esfregar as mãos uma na outra, incluindo todos os lados, os pulsos e todos os dedos.
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Continuar até que toda a solução ou gel doseada tenha desaparecido.
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Demorará pelo menos 15 segundos para que a solução ou gel desapareça (principalmente através de evaporação). Caso contrário, repetir com uma quantidade maior.
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Atenção: estas substâncias podem ser inflamáveis. Siga as instruções do fabricante.
Limpar o equipamento partilhado
Use panos de limpeza descartáveis (ou papel absorvente descartável embebido com uma solução desinfectante) para desinfectar superfícies que podem ser portadoras de infecção. Faça isto regularmente, e pelo menos antes e depois do item ser usado por cada nova pessoa. Isto aplica-se a:
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Equipamento de Walkie-talkie
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Telefones
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Teclados de computador
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Equipamento de protecção pessoal destinado a proteger contra exposição acidental (respiradores e máscaras, etc.)
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Balcões e recepções
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Etc.
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A lista de verificação abaixo foi produzida com a entrada de:
Departamento Americano de Saúde e Serviços Humanos – The US Department of Health and Human Services (www.pandemicflu.gov),
Centros Americanos para Prevenção e Controlo de Doença – US Centers for Disease Control and Prevention (www.cdc.gov/business)
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Documento do Plano de Contingência de Pandemia de Gripe de Londres (London Flu Pandemic Contingency Plan Prompt Document (www.dh.gov.uk )
Documentos do corretor de seguros Aon
Outros documentos para a preparação de pandemia de gripe de outras empresas.
Listas de Verificação de Gripe Pandémica do Cabinet Office Reino Unido (UK Cabinet Office Pandemic Influenza Checklist for Businesses http://www.ukresilience.info/publications/060516flubcpchecklist.pdf)
O sítio da Internet do Governo da Nova Zelândia (www.moh.govt.nz/influenza)
Um modelo para o Plano de Continuidade Comercial e um exemplo estão disponíveis em:
O Centro Canadiano para Preparação de Emergência – The Canadian Centre for Emergency Preparedness (www.ccep.ca/cceptemp.html )
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As seguintes fases de alerta são usadas no Plano de Contingência Global da OMS1.
Existem subdivisões nacionais da Fase 2, de acordo se um país é ele próprio afectado, se tem ligações comerciais/viagens extensivas com um país afectado, ou se não é afectado.
Fases Globais
Subdivisões Nacionais
Período Interpandémico Fase 1
Nenhuns novos subtipos de gripe detectados em humanos. Um subtipo de gripe que tem causado infecção humana pode estar presente em animais mas o risco de infecção humana ou doença é baixo.
Fase 2 Nenhuns novos subtipos de vírus da gripe detectados em humanos. No entanto, um subtipo de vírus da gripe animal em circulação coloca um risco substancial de doença humana. Afectado ou comércio extensivo ou ligações de viagem com o país afectado Não afectado Período de Alerta de Pandemia
Fase 3 Infecções de humanos com um novo subtipo mas nenhum contágio sustido de humano-para-humano, ou raros casos de contágio por contacto directo. Afectado ou comércio extensivo ou ligações de viagem com o país afectado Não afectado
Fase 4 Pequenos grupos com transmissão limitada de humano-para-humano. Propagação altamente localizada, sugerindo que o vírus não está bem adaptado a humanos. Afectado ou comércio extensivo ou ligações de viagem com o país afectado Não afectado
Fase 5 Grandes grupos mas o contágio de humano-para-humano continua localizado sugerindo que o vírus se está a tornar cada vez melhor adaptado a humanos mas que pode não ser ainda completamente transmissível. Afectado ou comércio extensivo ou ligações de viagem com o país afectado Não afectado Período de Pandemia
Fase 6 Transmissão aumentada e sustida na população em geral. Ainda não afectado Afectado ou comércio extensivo ou ligações de viagem com o país afectado
Adaptado do Quadro 1 Plano de Preparação de Gripe Global da OMS Novembro de 2005
http://www.who.int/csr/resources/publications/influenza/WHO_CDS_CSR_GIP_2005_5/en/index.html

